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EUA intensificam pressão sobre Maduro e posicionamento militar é ampliado

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O governo dos Estados Unidos anunciou nesta terça-feira (19) que está disposto a empregar “todos os instrumentos do poder” contra o regime de Nicolás Maduro na Venezuela, em uma ofensiva diplomática e econômica sem precedentes. A declaração foi veiculada por meio de autoridades oficiais e cobre uma ampla gama de ações possíveis, incluindo sanções, isolamento político e medidas de intervenções financeiras diretas.

Paralelamente, os Estados Unidos estão fortalecendo sua presença militar no entorno da Venezuela. Foram enviados três destróieres equipados com o sistema Aegis — entre eles o USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson — para patrulhar as águas próximas ao país, em uma operação destinada a pressionar cartéis de drogas na região do Caribe. A ação faz parte de uma estratégia mais ampla do Pentágono, autorizada pelo presidente Donald Trump, com apoio também da mobilização de mais de 4.000 fuzileiros e pessoal naval, além de submarinos e aviões de vigilância marítima. A operação deverá se estender por vários meses.

Em resposta, o governo venezuelano afirmou que considera as sanções e operações militares como uma afronta à sua soberania. O presidente Maduro anunciou a mobilização de mais de 4,5 milhões de integrantes da Milícia Nacional Bolivariana como medida de defesa. Autoridades como o ministro da Defesa Vladimir Padrino López descrevem as acusações de envolvimento com narcotráfico e as movimentações dos EUA como “absurdas e imorais”, enquanto líderes da base chavista avaliam o episódio como um ataque imperialista. 

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