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Assassino de Charlie Kirk morava com parceiro transgênero e cooperava com investigação

Publicado

em

Reprodução/Redes Sociais

Tyler Robinson, suspeito de assassinar o ativista conservador Charlie Kirk, vivia com um parceiro transgênero em processo de transição. A informação foi confirmada por autoridades ao New York Post. O parceiro — identificado como Lance Twiggs — está colaborando com o FBI, de acordo com fontes ouvidas pela reportagem.

Robinson, de 22 anos, morava numa casa alugada por cerca de US$ 1.800 por mês junto com Twiggs. Prefere-se não confirmar se eles mantinham relação romântica, segundo parente ouvido que descreveu Lance Twiggs como “a ovelha negra” de uma família majoritariamente conservadora.

Vizinhos relataram presença frequente de pessoas com placas de outros estados entrando e saindo da residência nas semanas recentes.

Apontam fontes policiais que Robinson vinha se radicalizando ideologicamente. Ele teria manifestado convicções de esquerda, manifestado oposição às visões de Kirk e participado de debates online sobre política.

Mensagens trocadas no Discord com o colega de quarto também teriam mostrado preocupação com a arma usada no crime, inclusive indicando onde ela foi deixada embrulhada numa toalha.

O caso segue em investigação pelas autoridades americanas, que buscam determinar os motes exatos do crime e se houve influência externa ou ideológica que motivou o assassinato.

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