Política
Eduardo Bolsonaro admite candidatura, se for desejo do pai

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), atualmente investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por uma suposta atuação nos Estados Unidos contra o Judiciário brasileiro, voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes.
Em entrevista à revista Veja, Eduardo o classificou como “tirano” e afirmou que o magistrado “sabe que vai sair derrotado porque não tem a verdade ao lado dele”.
Segundo o deputado, o Brasil deveria ter “parado Alexandre de Moraes” e, diante da omissão nacional, ele passou a buscar apoio internacional.
“O Brasil deveria ter tido a decência de conseguir parar o Alexandre de Moraes. Não aconteceu. Por isso, tivemos que recorrer aqui às autoridades americanas. Vamos dar assim o primeiro passo para resgatar a democracia brasileira. O STF hoje derruba aquilo que foi aprovado pelo Congresso. Não é uma democracia saudável”, disse Eduardo.
O filho do ex-presidente ainda reafirmou que “de fato o Brasil está vivendo um regime de exceção” após o STF determinar a abertura de um inquérito contra ele pelos supostos crimes de coação no curso do processo penal, obstrução de investigação contra organização criminosa e abolição do Estado Democrático de Direito.
“A investigação contra mim deu a oportunidade de provar aos americanos e ao mundo tudo o que sempre falamos: que de fato o Brasil está vivendo um regime de exceção.”, declarou.
Atualmente residindo nos EUA, Eduardo está tentando mobilizar autoridades americanas para aplicar sanções contra Moraes pelas censuras e perseguições do magistrado a aliados do ex-presidente.
Na última quarta-feira, 28, o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou uma nova política que irá restringir vistos a autoridades estrangeiras que censuram americanos.
Rubio já tinha mencionado, há algumas semanas, durante audiência na Câmara americana que havia “grande possibilidade” de impor sanções ao ministro
Eduardo Bolsonaro também foi questionado se pensa em ser candidatar a presidência nas eleições de 2026. O deputado afirmou que poderá disputar a Presidência da República caso receba essa “missão” de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Obviamente, se for uma missão dada pelo meu pai, vou cumprir. Inclusive meu nome já figurou em algumas pesquisas, né? Fiquei feliz. Mas eu acho que, numa democracia normal, quem deveria ser o candidato é o Jair Bolsonaro, que inclusive lidera diversas pesquisas”, disse.
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